Biopolítica: o poder médico e a autonomia do paciente em uma nova concepção de saúde Report as inadecuate




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InterfaceComunicação, Saúde, Educação 2004, 8 14

Author: André Martins

Source: http://www.redalyc.org/


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Interface - Comunicação, Saúde, Educação ISSN: 1414-3283 intface@fmb.unesp.br Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Brasil Martins, André Biopolítica: o poder médico e a autonomia do paciente em uma nova concepção de saúde Interface - Comunicação, Saúde, Educação, vol.
8, núm.
14, febrero-septiembre, 2004, pp.
21-32 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=180114099003 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Biopolítica: o poder médico e a autonomia do paciente em uma nova concepção de saúde André Martins 1 MARTINS, A.
Biopolitics: medical power and patient autonomy in a new conception of health, Interface Comunic., Saúde, Educ., v.8, n.14, p.21-32, set.2003-fev.2004. This paper proposes an articulation between Foucault’s critique of what he called the “authoritarian medicalization of bodies and diseases” and Spinoza’s concept of the enhancement of the power to act, within the framework of a reflection on the issue of individual autonomy.
To this end, a critical and genealogical discussion of the concept of health and of cure as found in current medical practice is presented, as well as a discussion of medical power and the mechanistic and scientistic ideas concerning the body and the diseases attached to it.
This idea is in contrast to Canguilhem’s notion of health as being linked to normativeness and of cure as being connected with rehabilitation.
Based on this change of indicators, current medical practices are reconsidered, as well as the idea of encouraging health and prevention. KEY WORDS: Power; medicalization; patient autonomy; biopolitics; ethics. Propõe-se articular a ...





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