Roland barthes em a câmara clara, o semiólogo infiel Report as inadecuate




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RODRIGO FONTANARI ;Matrizes 2012, 6 1

Author: LEDA TENÓRIO DA MOTTA

Source: http://www.redalyc.org/


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Matrizes ISSN: 1982-2073 matrizes@usp.br Universidade de São Paulo Brasil TENÓRIO DA MOTTA, LEDA; FONTANARI, RODRIGO Roland Barthes em A câmara clara, o semiólogo infiel Matrizes, vol.
6, núm.
1, julio-diciembre, 2012, pp.
161-168 Universidade de São Paulo São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=143024819011 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Roland Barthes em A câmara clara, o semiólogo infiel Roland Barthes in The camera lucida, the infidel semiologist L E D A T E N Ó R I O D A M O T TA * R O D R I G O F O N T A N A R I ** Resumo Em A câmara clara, Roland Barthes inscreve uma reflexão decisiva sobre a fotografia. Nessa obra, o semioticista, que denuncia os mitos da fotografia, passa a poeta das imagens pungentes, a um convite à difícil tarefa de reconhecer as riquezas singulares que podem vir a ser eternizadas em uma imagem fotográfica.
Temos aí um outro olhar em direção às imagens técnicas, bem diverso daquele vindo da tradição bem-pensante, com seu veto aos simulacros.
Nesse sentido, jogamos com a hipótese de que as teses de A câmara clara ganhariam se fossem entendidas como um pensamento sui generis sobre o signo fotográfico. Palavras-chave: Roland Barthes, fotografia, punctum, studium, estética Abstract In Camera lucida, Roland Barthes forms a critical reflection on photography.
In this work, the semiotician denouncing the myths of the photograph is the poet of haunting images to an invitation to the difficult task of recognizing the natural riches that may be perpetuated in a photographic image.
We fear there another look toward the imaging techniques, and other than that coming from the well-thinking tradition, with his veto of the simulacra.
We pl...





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