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Educação 2015, 38 2

Author: Marcos Villela Pereira

Source: http://www.redalyc.org/


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Educação ISSN: 0101-465X reveduc@pucrs.br Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Brasil Villela Pereira, Marcos Editorial Educação, vol.
38, núm.
2, mayo-agosto, 2015, pp.
170-171 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Porto Alegre, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=84842555001 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto http:--revistaseletronicas.pucrs.br-ojs-index.php-faced- : http:--dx.doi.org-10.15448-1981-2582.2015.2.21393 Editorial  “T empos difíceis”.
Talvez seja essa a principal impressão que temos quando olhamos ao redor. Dos fenômenos ambientais à crise econômica; dos crescentes índices de violência aos movimentos no mundo do trabalho; das manifestações de intolerância às denúncias de corrupção. A pergunta que deriva daí é: mudou o mundo ou mudamos nós? Arriscamos a sugerir que a resposta é “ambos”: mudou o mundo e mudamos nós.
Estamos mudando e isso é saudável.
Especialmente, porque temos aprendido com mais rapidez a lidar com essas mudanças. Em outros tempos, talvez as mudanças fossem mais lentas, com menos elementos implicados ou menos perceptíveis.
Hoje, além de ter aumentado a velocidade e os elementos envolvidos, contamos com um sem-número de aparatos que ajudam a dar visibilidade, intensificando essas mudanças.
Cada vez mais temos acesso ao que está se passando na sala ao lado e no outro lado do planeta, ao mesmo tempo.
Cada vez mais arquivos são revolvidos, versões são declaradas, informações são tornadas públicas e, mais e mais, cada um e todos são convocados a emitir opiniões sobre tudo e sobre todas as coisas.
Em um átimo, de espectadores, somos alçados à posição de juízes supremos...





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