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Olhar de Professor 2002, 5 1

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Olhar de Professor ISSN: 1518-5648 olhardeprofessor@uepg.br Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino Brasil Apresentação Olhar de Professor, vol.
5, núm.
1, 2002, p.
7 Departamento de Métodos e Técnicas de Ensino Paraná, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=68450101 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto APRESENTAÇÃO Uma das coisas que se observa no mundo é que as pessoas se interessam mais pelo futuro do que pelo passado, de notícias boas ao invés de más.
Nesse sentido, em matéria de educação, do lado otimista , pode-se afirmar que o esforço nacional em prol da educação tem rendido avanços consideráveis nos últimos anos.
Finalmente o “gigante” acordou e viu que a educação é importante.
Talvez siga sonolento e ainda trôpego, mas houve uma revolução especialmente nesta última década: universalização do ensino fundamental, crescimento constante das taxas de matrículas, aumento da escolaridade média do brasileiro, queda do analfabetismo e da mortalidade infantil, enfim uma série de indicadores permitiria afirmar que o país tem cumprido sua lição de casa. Mas ainda vive-se uma situação ambígua.
Pode-se festejar os progressos na educação no país, mas precisa-se cobrar muito mais, “dar o salto que ainda falta”.
Como se pode pensar em ter uma economia moderna se a mão-de-obra brasileira, tem por volta de cinco anos de escolaridade? Como competir globalmente se essa educação é insuficiente para ler um manual qualquer ou para se comunicar por escrito? O nó do problema ainda continua sendo os altos índices de evasão e repetência desde o ensino básico até o superior, considerados piores que nos países mais pobres da América latina.
A lóg...





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