Vamos ao baile: gingas da comunicação e da participação no zapatismo Report as inadecuate




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Lua Nova 2007, 72

Author: Guilherme Gitahy de Figueiredo

Source: http://www.redalyc.org/


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Lua Nova ISSN: 0102-6445 luanova@cedec.org.br Centro de Estudos de Cultura Contemporânea Brasil de Figueiredo, Guilherme Gitahy Vamos ao baile: Gingas da comunicação e da participação no Zapatismo Lua Nova, núm.
72, 2007, pp.
47-82 Centro de Estudos de Cultura Contemporânea São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=67307202 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Guilherme Gitahy de Figueiredo VAMOS AO BAILE: GINGAS DA COMUNICAÇÃO E DA PARTICIPAÇÃO NO ZAPATISMO* Guilherme Gitahy de Figueiredo “Bailan en el aire piensamientos belicosos. Todas las palabras son fuertes [.]” Tássio Franchi Nas celebrações zapatistas sempre acontece um baile (Rovira, 1997).
Este artigo aborda o baile que constitui as novas maneiras de se fazer política do zapatismo.
Parte-se dos resultados da dissertação de 2003, publicada no livro A guerra é o espetáculo: origens e transformações da estratégia do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) (Figueiredo, 2006). Nele, tomou-se a “estratégia” como padrões das práticas, dos discursos e das formas de organização ligados aos objetivos e à sobrevivência de um movimento, desenvolvendo-se a idéia de que houve uma lenta mas radical mudança na estratégia zapatista, que deixou o modelo clássico de guerrilha para consolidar-se, em 1996, como construção de “um mundo onde caibam muitos mundos” através do processo de criação de “mecanismos de participação e comunicação”.
Agora, ousa-se adensar a análise dos desdobramentos * Este artigo contou com as contribuições do coletivo “Pensamento Radical”, especialmente Leo Vinicius Liberatto, Pablo Ortellado e Marco Fernandes.
Devo ainda às críticas preci...





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