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Paulo Moacir de Oliveira Campoli ; Marília Dalva Turchi ;Revista da Escola de Enfermagem da USP 2016, 50 2

Author: Denismar Borges de Miranda

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=361046884003


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Revista da Escola de Enfermagem da USP ISSN: 0080-6234 reeusp@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Borges de Miranda, Denismar; Moacir de Oliveira Campoli, Paulo; Dalva Turchi, Marília Carta ao Editor Revista da Escola de Enfermagem da USP, vol.
50, núm.
2, marzo-abril, 2016, pp.
196197 Universidade de São Paulo São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=361046884003 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto cARTA aO eDITOR Carta ao Editor DOI: 10.1590-S0080-62342016000020003 Denismar Borges de Miranda1, Paulo Moacir de Oliveira Campoli1, Marília Dalva Turchi1 1 Universidade Federal de Goiás, Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, Goiânia, GO, Brasil.
denismarmiranda@hotmail.com Prezado Editor, Foi com muito interesse que lemos a metanálise publicada por Taminato et al.
(maio-junho 2015) que avaliou o risco de infecção em transplante renal de doador vivo versus doador falecido, publicado por este conceituado periódico(1). Os autores observaram um incremento de risco de infecção entre os pacientes que receberam transplantes renais a partir de doadores falecidos em comparação com os transplantes originários de doadores vivos.
A odds ratio encontrada foi de 2,65 [IC 95% 2,05 - 3,41].
Este resultado representa um aumento do risco da ordem de 165%, valor muito diferente do relatado no tópico CONCLUSÃO, de que o risco seria 20% maior para o desenvolvimento de infecção. Outro problema ainda mais relevante se refere à avaliação da presença de Heterogeneidade.
No último parágrafo do tópico MÉTODO, os autores estabelecem que os estudos seriam considerados Heterogêneos caso o valor de I2 fosse maior ou igual a 50%.
A Figura 3 apresenta o valor do Teste de...





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