como sei que eu sou eu?- cinestesia e espacialidade nas conferências husserlianas de 1907 e em pesquisas neurocognitivas Report as inadecuate




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William Barbosa Gomes ;Revista da Abordagem Gestáltica: Phenomenological Studies 2011, XVII 2

Author: Thiago Gomes de Castro

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=357735515002


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Revista da Abordagem Gestáltica: Phenomenological Studies ISSN: 1809-6867 revista@itgt.com.br Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt Terapia de Goiânia Brasil Gomes de Castro, Thiago; Barbosa Gomes, William “COMO SEI QUE EU SOU EU?” CINESTESIA E ESPACIALIDADE NAS CONFERÊNCIAS HUSSERLIANAS DE 1907 E EM PESQUISAS NEUROCOGNITIVAS Revista da Abordagem Gestáltica: Phenomenological Studies, vol.
XVII, núm.
2, diciembre, 2011, pp. 123-130 Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt Terapia de Goiânia Goiânia, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=357735515002 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto “Como Sei que Eu Sou Eu?” Cinestesia e Espacialidade nas Conferências Husserlianas de 1907 e em Pesquisas Neurocognitivas “COMO SEI QUE EU SOU EU?” CINESTESIA E ESPACIALIDADE NAS CONFERÊNCIAS HUSSERLIANAS DE 1907 E EM PESQUISAS NEUROCOGNITIVAS1 How do I Know That I am Myself? – Kinesthesia and Spatiality in the Husserlian Conferences of 1907 and in Neurocognitive Research ¿Cómo Puedo Saber que Soy Yo? – Cinestesia y Espacialidad en las Conferencias Husserlianas de 1907 y en Investigaciones Neurocognitivas THIAGO GOMES DE CASTRO WILLIAM BARBOSA GOMES Resumo: Husserl definiu cinestesia como a experiência vivida e autoconsciente do movimento e do gesto, associada à unidade corporal, ao desenvolvimento do esquema do ego estendido, e à percepção de espaço.
O estudo contrasta dificuldades históricas e colaborações recentes entre fenomenologia e pesquisa experimental.
A análise sustenta-se na revisão de estudos clássicos sobre cinestesia e percepção, e em pesquisas neurocognitivas recentes, destacando as implicações para a compreensão da intencionalidade.
O conc...





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