Psicologias sociais cientificista e crítica: um debate que continua Report as inadecuate




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Psicologia Ciência e Profissão 2013, 33 3

Author: Mariana Prioli Cordeiro

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=282028779015


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Psicologia Ciência e Profissão ISSN: 1414-9893 revista@pol.org.br Conselho Federal de Psicologia Brasil Prioli Cordeiro, Mariana Psicologias Sociais Cientificista e Crítica: Um Debate que Continua Psicologia Ciência e Profissão, vol.
33, núm.
3, 2013, pp.
716-729 Conselho Federal de Psicologia Brasília, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=282028779015 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto 716 716 Psicologias Sociais Cientificista e Crítica: Um Debate que Continua “Scientificist” And “Critical” Social Psychologies: A Debate That Goes On Psicologías Sociales “Cientificista” Y “Crítica”: Una Debate Que Continúa Mariana Prioli Cordeiro Artigo Universidade de São Paulo Esse trabalho contou com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). PSICOLOGIA: CIÊNCIA E PROFISSÃO, 2013, 33 (3), 716-729 PSICOLOGIA: CIÊNCIA E PROFISSÃO, 2013, 33 (3), 716-729 1Muitos(as) pesquisadores(as) da TAR utilizam técnicas etnográficas tradicionais para seguir os atores que fazem parte de uma rede. Acompanham ao vivo o surgimento e o desaparecimento de vínculos e associações entre atores heterogêneos; falam, portanto, do presente. No entanto, isso não quer dizer que as ideias propostas pela TAR não possam servir para pensar sobre o passado – o próprio Latour realizou pesquisas sobre controvérsias científicas bastante antigas.
Além disso, no presente trabalho, não buscamos contar a história da Psicologia social brasileira tal como os historiadores a fariam, mas, assim como Latour, buscamos usar a história “como um neurocientista usaria um rato” (1998, p. 12), abrindo seu corpo para seguir os mecanismos que nos permitem compree...





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