Psychopathia sexualis Report as inadecuate




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Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental 2009, 12 2

Author: R. Krafft-Ebing

Source: http://www.redalyc.org/


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Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental ISSN: 1415-4714 psicopatologiafundamental@uol.com.br Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental Brasil Krafft-Ebing, R. Psychopathia Sexualis Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, vol.
12, núm.
2, junio, 2009, pp.
387-392 Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental São Paulo, Brasil Disponible en: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=233016517012 Cómo citar el artículo Número completo Más información del artículo Página de la revista en redalyc.org Sistema de Información Científica Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Proyecto académico sin fines de lucro, desarrollado bajo la iniciativa de acceso abierto Rev.
Latinoam.
Psicopat.
Fund., São Paulo, v.
12, n.
2, p.
387-392, junho 2009 Psychopathia Sexualis R.
Krafft-Ebing Capítulo III – Neuropsicopatologia Geral I.
AFETO SEXUAL POR PESSOAS DO OUTRO SEXO COM MANIFESTAÇÃO PERVERSA DO INSTINTO* A.
Relações entre a crueldade ativa, a violência e a volúpia — sadismo1 É conhecido e frequentemente observado que volúpia e crueldade costumam se associar uma à outra.
Escritores de todas as escolas já assinalaram esse fenômeno.
2 Até no estado fisiológico é comum ver indivíduos sexualmente muito excitáveis morderem ou arranharem seu parceiro durante o coito.3 * Tradução de Alain François e revisão técnica de Mário Eduardo Costa Pereira (Laboratório de Psicopatologia Fundamental – Unicamp).
Realizada a partir da 8a edição em alemão traduzida para o francês por Georges Carré, em 1895. 1.
Assim chamado em função do mal-afamado marquês de Sade, cujos romances obscenos transbordam de volúpia e crueldade.
Na literatura francesa, “sadismo” tornou-se palavra corrente para designar essa perversão. 2.
Entre outros: Novalis, em seus Fragmenten; Goerres: Christliche Mystik, t.
III, p. 400. 3. Vejam os famosos ...





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