Rumo a uma nova conceituação histórica da classe trabalhadora mundial Report as inadecuate




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História São Paulo 2005, 24 2

Author: Marcel van der LINDEN

Source: http://www.redalyc.org/


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História (São Paulo) ISSN: 0101-9074 revistahistoria@unesp.br Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Brasil van der LINDEN, Marcel Rumo a uma nova conceituação histórica da classe trabalhadora mundial História (São Paulo), vol.
24, núm.
2, 2005, pp.
11-40 Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=221014793002 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Rumo a uma nova conceituação histórica da classe trabalhadora mundial Marcel van der LINDEN* Tradução Alexandre Fortes RESUMO: Este artigo apresenta uma discussão historiográfica sobre o conceito de classe trabalhadora levando em conta as diversas experiências históricas desde o século XIX.
A questão a ser enfocada nas páginas seguintes é como podemos visualizar um novo conceito da classe trabalhadora levando em conta as contribuições oferecidas por Breman, Gooptu, Linebaugh e outros.
A fim de encontrar uma resposta a essa questão, o artigo realiza uma crítica construtiva do conceito de classe trabalhadora em Marx. PALAVRAS-CHAVE: conceito de classe trabalhadora; História do trabalho; Karl Marx – teoria O conceito de “classe trabalhadora”, que se originou na Europa do século XIX, tem sido questionado mais e mais nas últimas décadas.
Estas críticas vêm, em parte, de acadêmicos interessados em Ásia, África e América Latina.
Eles apontam que as fronteiras entre trabalho “livre” assalariado, trabalho por conta própria e trabalho compulsório não são tão claramente demarcadas, e que a oposição entre trabalho urbano e rural não 1 deve ser tomada como absoluta.
Jan Breman defende essa visão desde a década de 1970 nos seus est...





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