Jornalismo e relaçoes públicas: ação e reação: uma perspectiva conciliatória possível Report as inadecuate




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Revista FAMECOS: mídia, cultura e tecnologia 2005, 26

Author: Roberto Porto Simões

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=495550182018


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Revista FAMECOS: mídia, cultura e tecnologia ISSN: 1415-0549 revistadafamecos@pucrs.br Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Brasil Porto Simões, Roberto Jornalismo e Relaçoes Públicas: Ação e Reação: Uma perspectiva conciliatória possível Revista FAMECOS: mídia, cultura e tecnologia, núm.
26, abril, 2005, pp.
134-135 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Porto Alegre, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=495550182018 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto RESENHA Jornalismo e Relações Públicas: Ação e Reação: Uma perspectiva conciliatória possível * Roberto Porto Simões PUCRS CONTA COM A COLABORAÇÃO de Manoel Chaparrro, Margarida Kunsch, Audálio Dantas, Gaudêncio Torquato, Wilson Bueno, Sidinéia Freitas, Paulo Nassar, Heloísa Matos, Maria José Oliveira, Graça Caldas, Jorge Duarte, Graça Monteiro, Sonia Miranda, Cleusa Scroferneker, Cláudia de Moura, Eduardo Ribeiro, Chico Sant’Anna, José Antônio de Oliveira, Celsi Silvestrin, José Proença, Maurício Lara, Manoel Machado Neto, Vitor Iorio e Fábio França Estes autores fazem, de um modo geral, uma análise histórico-econômica, política, ética e legal da celeuma, na qual jornalistas e relações-públicas se debatem a respeito de seus espaços profissionais.
Quem é quem, quem faz o quê? O problema é analisado desde seus primórdios até o momento atual.
Há várias posições a respeito e maior número de sugestões de como resolver, ou seja, conciliar o confronto.
A maioria dos autores está a propor a busca de solução para o problema, dizendo o que vale é o profissional competente e que as fronteiras das áreas são tênues.
Neste momento, os aspectos éticos ...





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