Como arrancar a alma de crianças e torná-las sujeitos supostamente desalmados. altoé, s. 2014. infâncias perdidas: o cotidiano nos internatosprisão. rio de janeiro: revinter, 277 p. isbn 978-85-372-0517-4 Report as inadecuate




Como arrancar a alma de crianças e torná-las sujeitos supostamente desalmados. altoé, s. 2014. infâncias perdidas: o cotidiano nos internatosprisão. rio de janeiro: revinter, 277 p. isbn 978-85-372-0517-4 - Download this document for free, or read online. Document in PDF available to download.

Estudos e Pesquisas em Psicologia 2016, 16 1

Author: Rita Maria Manso de Barros

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=451846425018


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Estudos e Pesquisas em Psicologia E-ISSN: 1808-4281 revispsi@gmail.com Universidade do Estado do Rio de Janeiro Brasil Manso de Barros, Rita Maria Como arrancar a alma de crianças e torná-las sujeitos supostamente desalmados.
Altoé, S.
(2014).
Infâncias perdidas: o cotidiano nos internatosprisão.
Rio de Janeiro: Revinter, 277 p.
ISBN 978-85-372-0517-4 Estudos e Pesquisas em Psicologia, vol.
16, núm.
1, enero-abril, 2016, pp.
317-320 Universidade do Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=451846425018 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto RESENHA Como arrancar a alma de crianças e torná-las sujeitos supostamente desalmados ¿Cómo desarraigar el alma de los niños y hacerlos sujetos supuestamente sin alma How to extract the soul of children and make them subjects presumably soulless Rita Maria Manso de Barros* Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.
Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil Altoé, S.
(2014).
Infâncias perdidas: o cotidiano nos internatosprisão.
Rio de Janeiro: Revinter, 277 p.
ISBN 978-85-372-0517-4 O prêmio Nobel da Paz, anunciado em setembro de 2014, foi dividido por dois lutadores pelos direitos da criança: a jovem Malala Yousafzai, paquistanesa de 17 anos, e o ativista indiano Kailash Satyarthi, de 60 anos.
O que ambos têm em comum? A primeira fez sua bandeira o direito das meninas terem acesso à educação, proibido pelos talibãs no Paquistão; o segundo, o combate ao trabalho infantil, que em mais de trinta anos de luta, libertou milhares de crianças da escravidão. O livro que acabo de ler, e recomendo, é um ...





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