Flora fúngica no ambiente da unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal em hospital terciário Report as inadecuate




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Adriana Miguel C. Lima ; Carlos Américo V. Damasceno ; Anna Luiza P. Vieira ;Revista Paulista de Pediatria 2009, 27 3

Author: Lívia Lopes S. de Melo

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=406038930011


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Revista Paulista de Pediatria ISSN: 0103-0582 rpp@spsp.org.br Sociedade de Pediatria de São Paulo Brasil Lopes S.
de Melo, Lívia; Lima, Adriana Miguel C.; Damasceno, Carlos Américo V.; Vieira, Anna Luiza P. Flora fúngica no ambiente da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal em hospital terciário Revista Paulista de Pediatria, vol.
27, núm.
3, septiembre, 2009, pp.
303-308 Sociedade de Pediatria de São Paulo São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=406038930011 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Artigo Original Flora fúngica no ambiente da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal em hospital terciário Environmental fungal flora in Pediatric and Neonatal Intensive Care Units at a tertiary hospital Lívia Lopes S.
de Melo1, Adriana Miguel C.
Lima2, Carlos Américo V.
Damasceno3, Anna Luiza P.
Vieira4 RESUMO ABSTRACT Objetivo: As infecções nosocomiais são responsáveis por morbidade e mortalidade significativas no período neonatal. Considerando-se a preocupação com a qualidade do ar de áreas críticas como Unidades de Terapia Intensiva (UTI), foi realizado um levantamento da flora fúngica das UTI Pediátrica e Neonatal do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, Pouso Alegre (MG), com a finalidade de identificar a presença de fungos potencialmente patogênicos e oportunistas. Métodos: Foram realizadas 30 coletas, que incluíram leitos, incubadoras, janelas, aparelhos de ar condicionado, telefone, estetoscópios, portas e maçanetas.
Placas de Agar Sabouraud Dextrose com o material das coletas foram incubadas em temperatura ambiente por 15 dias.
A identificação foi baseada nas características macroscópicas no exame direto e em microcultivo...





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