O romance da cidade da bahia – e do brasil. paixão, osb, dom gregório; lose, alícia duhá coord. geral. livros do tombo do mosteiro de são bento da bahia. editando 430 anos de história. salvador: memória&arte, 2016. 5 v. Report as inadecuate




O romance da cidade da bahia – e do brasil. paixão, osb, dom gregório; lose, alícia duhá coord. geral. livros do tombo do mosteiro de são bento da bahia. editando 430 anos de história. salvador: memória&arte, 2016. 5 v. - Download this document for free, or read online. Document in PDF available to download.

Revista do Instituto de Estudos Brasileiros 2016, 65

Author: Regina Zilberman

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=405649590013


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Revista do Instituto de Estudos Brasileiros ISSN: 0020-3874 revistaieb@usp.br Universidade de São Paulo Brasil Zilberman, Regina O romance da cidade da Bahia – e do Brasil.
PAIXÃO, OSB, dom Gregório; LOSE, Alícia Duhá (Coord.
geral).
Livros do Tombo do Mosteiro de São Bento da Bahia. Editando 430 anos de história.
Salvador: Memória&Arte, 2016.
5 v. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, núm.
65, diciembre, 2016, pp.
238-243 Universidade de São Paulo São Paulo, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=405649590013 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto O romance da cidade da Bahia – e do Brasil [ The novel of the city of Bahia – and Brazil Regina Zilberman1 [ PAIXÃO, OSB, dom Gregório; LOSE, Alícia Duhá (Coord.
geral).
Livros do Tombo do Mosteiro de São Bento da Bahia.
Editando 430 anos de história.
Salvador: Memória&Arte, 2016.
5 v. 1.
Em um de seus mais conhecidos sonetos, o parnasiano Olavo Bilac sugere a um poeta: “Longe do estéril turbilhão da rua,- Beneditino, escreve!”.
Na sequência, os versos sublinham a necessidade de isolamento e concentração, associada a um trabalho rigoroso com a palavra: “No aconchego- Do claustro, na paciência e no sossego,- Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!”2. Olavo Bilac pôde recorrer à imagem dos monges beneditinos, que, no silêncio do claustro, serenamente estudam ou escrevem, porque foram aqueles sacerdotes que, com amplo reconhecimento, encarregaram-se da conservação da memória e da cultura da humanidade.
Com efeito, desde a fundação da Ordem de São Bento, no século VI, a educação e o ensino estiveram no horizonte das atividades de seus membros.
Durante a Idade Média, os mosteiros beneditinos tor...





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