O mundo real do diagnóstico e tratamento da síndrome coronariana aguda no brasil Report as inadecuate




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Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular-Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery 2012, 27 3

Author: Eduardo Augusto Victor Rocha

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=398941886002


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Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular-Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery ISSN: 0102-7638 revista@sbccv.org.br Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular Brasil Rocha, Eduardo Augusto Victor O mundo real do diagnóstico e tratamento da síndrome coronariana aguda no Brasil Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular-Brazilian Journal of Cardiovascular Surgery, vol.
27, núm.
3, julio-septiembre, 2012, pp.
IV-V Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular São José do Rio Preto, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=398941886002 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto Editorial O mundo real do diagnóstico e tratamento da síndrome coronariana aguda no Brasil The real world in diagnosis and treatment of acute coronary syndrome in Brazil Eduardo Augusto Victor Rocha1 DOI: 10.5935-1678-9741.20120060 Dor no peito, sudorese, formigamento nos braços, “indisposição estomacal”, dor na mandíbula, mal estar indefinido ou falta de ar, essas podem ser as manifestações de um infarto agudo do miocárdio (IAM), a segunda maior causa de morte no Brasil.
Por ter sintomas tão diversos e inespecíficos, é complicado para o leigo identificá-los e procurar atendimento médico especializado em tempo adequado. O artigo de Bastos et al.
[1], publicado nesta edição da RBCCV, demonstra que a população estudada demorou 9 horas e 54 minutos, em média, para procurar atendimento médico.
Os doentes tratados em menor tempo tiveram melhor prognóstico.
O pronto atendimento diminui a morbimortalidade e, consequentemente, os custos públicos no tratamento da insuficiência cardíaca e outras sequelas do IAM.
A demora no reconhecimento dos sintomas do IAM encontrada neste artigo demon...





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