Dor para não ter dor: aplicação de anestésico tópico Report as inadecuate




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Maria Cândida Gomes Carreira ; Maria Matilde Marques Correia ;ReferênciaRevista de Enfermagem 2011, III 5

Author: Luís Manuel da Cunha Batalha

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=388239964008


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Referência - Revista de Enfermagem ISSN: 0874-0283 referencia@esenfc.pt Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Portugal da Cunha Batalha, Luís Manuel; Gomes Carreira, Maria Cândida; Marques Correia, Maria Matilde Dor para não ter dor: aplicação de anestésico tópico Referência - Revista de Enfermagem, vol.
III, núm.
5, diciembre, 2011, pp.
203-209 Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Coimbra, Portugal Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=388239964008 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto PRÉMIOS DE INVESTIGAÇÃO ESEnfC 2011 – 2.º Prémio Dor para não ter dor: aplicação de anestésico tópico Pain not to have pain: application of topical anesthetic Dolor para no tener dolor: aplicación de anestésico tópico Luís Manuel da Cunha Batalha* Maria Cândida Gomes Carreira** Maria Matilde Marques Correia*** Resumo A utilização do anestésico local EMLA® para a execução de procedimentos dolorosos em crianças é uma prática cada vez mais comum.
Algumas das técnicas usadas parecem ser mais bem aceites do que outras.
O objetivo deste trabalho foi comparar três técnicas de aplicação do EMLA® creme quanto à dor que provoca na remoção do penso protetor e punção venosa (PV) para a criança.
Através de um estudo clínico prospetivo, randomizado e controlado, estudaram-se 142 crianças, com idades compreendidas entre os 4 e os 14 anos, que recorrem à consulta externa de especialidades e subespecialidades médicas de um hospital pediátrico, e com necessidade de PV.
Das três técnicas utilizadas, comprovou-se que a técnica C, em que se usou a base de uma tetina e uma ligadura elástica, foi considerada indolor e a técnica padrão a mais dolorosa (P 0,05).
Todas as técn...





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