Ciência nômade: o ihgb e as viagens científicas no brasil imperial Report as inadecuate




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História, Ciências, SaúdeManguinhos 2006, 13 2

Author: Lúcio Menezes Ferreira

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386137989005


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História, Ciências, Saúde - Manguinhos ISSN: 0104-5970 hscience@coc.fiocruz.br Fundação Oswaldo Cruz Brasil Menezes Ferreira, Lúcio Ciência nômade: o IHGB e as viagens científicas no Brasil imperial História, Ciências, Saúde - Manguinhos, vol.
13, núm.
2, abril-junio, 2006, pp.
271-292 Fundação Oswaldo Cruz Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=386137989005 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto CIÊNCIA NÔMADE FERREIRA, L.
M.: Ciência nômade: o IHGB e as viagens científicas no Brasil imperial. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v.
13, n.
2, p.
271-92, abr.-jun.
2006. Ciência nômade: o IHGB e as viagens científicas no Brasil imperial Nomadic science: the IHGB and scientific voyages in imperial Brazil Este artigo analisa as viagens científicas do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) numa perspectiva pós-colonial, examinando-as como parte de um processo mais amplo de mundialização da ciência e de construção de representações históricas e geográficas no Brasil imperial.
Inicialmente, mostra-se como, na Europa, o nacionalismo e o imperialismo respaldaram a epistemologia da história natural e das viagens científicas. Em seguida, evidencia-se como projetos colonialistas se articulam aos textos de história natural, arqueologia e etnografia do IHGB.
Por fim, como todo discurso histórico tem em mira a crítica do presente, dialoga-se com a idéia colonialista de Brasil que se formulou durante o período imperial, enfatizando-se como ela, com efeito, não é um arquivo morto, mas permanece entre nós, internalizando nossas identidades sociais. PALAVRAS-CHAVE: colonialismo; viagens científicas; Instituto Histórico e Geográf...





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