Aprendendo a ser médico: investigações antropológicas sobre a cultura moderna na prática hospitalar Report as inadecuate




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História, Ciências, SaúdeManguinhos 2006, 13 1

Author: Cristiana Facchinetti

Source: http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=386137982014


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História, Ciências, Saúde - Manguinhos ISSN: 0104-5970 hscience@coc.fiocruz.br Fundação Oswaldo Cruz Brasil Facchinetti, Cristiana Aprendendo a ser médico: investigações antropológicas sobre a cultura moderna na prática hospitalar História, Ciências, Saúde - Manguinhos, vol.
13, núm.
1, enero-marzo, 2006, pp.
189-192 Fundação Oswaldo Cruz Rio de Janeiro, Brasil Disponível em: http:--www.redalyc.org-articulo.oa?id=386137982014 Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe , Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto APRENDENDO A SER MÉDICO Aprendendo a ser médico: investigações antropológicas sobre a cultura moderna na prática hospitalar Learning to be a doctor: anthropological research into the modern culture of hospital practice Cristiana Facchinetti Psicanalista, Pesquisadora-Visitante do DEPES e professora do PPGHCS da Casa de Oswaldo Cruz Av.
Brasil, 4036 - sala 406 – Manguinhos 21040-361 Rio de Janeiro – RJ – Brasil cfac@coc.fiocruz.br A Bonet, Octávio. Saber e sentir: uma etnografia da aprendizagem da biomedicina. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2004.
136p. (Coleção Antropologia & Saúde.) cuidadosa etnografia do pensamento e das práticas da residência médica feita por Octavio Bonet em um hospital da Província de Buenos Aires, que resultou em sua dissertação de mestrado, está inserida em uma reflexão mais ampla a respeito da cultura ocidental moderna e traz à tona as tensões em torno da objetividade e da subjetividade, que, como o autor demonstra (p.
22-44), constituem um dos seus pilares. A modernidade se descortina entre o Renascimento e o século XVII com a descoberta do cogito cartesiano (1637) e com a tradição que a este se seguiu.
Como ponto de partida, essa tradição tomou a certeza do sujeito para acessar cogni...





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